Coluna Esplanada

Arquivo : goiânia

Concessões e obras: Camburão na BR-060 a caminho de Goiânia
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Leandro Mazzini

Corre em Brasília que o camburão da Polícia Federal passou o pedágio da BR-060 rumo a Goiânia.

O Ministério Público Federal já tem informações sigilosas de que Jayme Rincón, presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), teria feito operação limpeza em casa e no escritório na última quinta-feira, apagando arquivos de HD de computadores, se livrando de papéis.

A patrulha vai devagar, mas vai. Está margeando a pista para mapear a relação da AGETOP com as concessionárias de rodovias e os financiamentos via BNDES e Banco do Brasil.

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Modelo da Infraero prevê cessão de pontos comerciais a um controlador
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Leandro Mazzini

O terminal Santa Genoveva (GYN).

O terminal Santa Genoveva (GYN).

O esperado novo aeroporto de Goiânia, o Santa Genoveva, que passa por reformas, pode ter uma só empresa para administrar todos os lojistas, a exemplo de outros terminais que já foram concedidos.

Na prática, elimina-se a possibilidade de vários lojistas concorrerem ao processo licitatório, como sempre foi feito nos terminais administrados pela estatal.


PSDB goiano deve perder seu campeão de votos na Câmara
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Leandro Mazzini

Waldir - ele foi eleito com os clichês do ambiente policial

Waldir – ele foi eleito com os clichês do ambiente policial

Sem espaço na legenda para se lançar à Prefeitura de Goiânia, o deputado federal Delegado Waldir (PSDB), mais votado de Goiás, deve deixar a legenda.

Em primeiro mandato, Delegado Waldir entrou para o rol dos mais ferrenhos adversários do Planalto na tribuna da Casa.

Licenciado da Polícia Civil, foi eleito no Estado com o discurso de combate à violência. Diz a todos que gastou pouco – fez campanha nas cidades em cima de uma picape, com microfone e caixa de som.


Mangabeira propõe crescimento, mas manda economia pelos ares
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Leandro Mazzini

Mangabeira, crítico da coalizão 'corrupta' da qual faz parte hoje, adora decolar. Foto: ABr

Mangabeira, crítico da coalizão ‘corrupta’ da qual faz parte hoje, adora decolar. Foto: ABr

Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, Mangabeira Unger – que em artigo classificou o governo Lula, aliado de Dilma, um dos mais corruptos da História – deleita-se no cargo.

No último dia 19, uma sexta-feira, fez a rota Brasília-Goiânia-Anápolis-Brasília em jatinho da FAB, para uma reunião com o governador Marconi Perillo, na qual propôs que Goiás lidere um movimento sócio-econômico em prol do Brasil com nascedouro no rico Centro-Oeste.

Mas embora proponha crescimento, economia não está nos planos do ministro. Goiânia fica a 200 quilômetros de Brasília, e Anápolis no caminho. Normalmente empresários que possuem aviões preferem a bem pavimentada e duplicada rodovia.

Uma comitiva do ministro gastaria duas horas de viagem, no máximo, para chegar à capital vizinha. Da Esplanada para a base aérea de Brasília, com o procedimento de embarque e com um voo para Goiânia, leva-se uma hora.

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Trem-Pequi, o ‘trem-bala’ do Centro-Oeste, vira prioridade para Goiás
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Leandro Mazzini

Fonte da arte: jornalopcao.com.br

Fonte da arte: jornalopcao.com.br

O Centro-Oeste pode ganhar o seu ‘trem-bala’. A proposta virou prioridade na agenda do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), anunciada na quarta (3) em almoço com empresários em Brasília, promovido pelo network Visão Capital do Jornal de Brasília.

Ao apelidar de Trem-Pequi o projeto da ferrovia Goiânia-Anápolis-Brasília desengavetada da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Marconi escapa de um eventual descarrilamento político futuro.

Evita-se nomeá-lo de trem-bala porque não há certeza de que o será. Mas sim, um trem tradicional de passageiros, com mais conforto e razoável operação de velocidade, ligando as cidades em ferrovia já existente – e certamente com reformas para adaptação.

Pequi é uma conhecida fruta do cerrado, muito usada na culinária regional. Com sabor amargo como o que se prevê sobre o orçamento do projeto. A versão trem-bala pode sair a R$ 5 bilhões, mesmo com Parceria Público-Privada. A versão tradicional, o que se estuda, a R$ 1 bilhão.


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