Limpa na PM do Rio pode bater à porta de gabinetes políticos
Leandro Mazzini
Na esteira da operação Compadre, a limpa da Polícia Civil no 14º Batalhão (Bangu) da Polícia Militar do Rio de Janeiro contra corrupção pode bater à porta de gabinetes políticos no Rio.
O chefão do Comando de Operações Especiais preso teve uma promoção-relâmpago, que não condiz com a praxe na praça. Isso não depende apenas do Gabinete Militar.
A Operação deflagrada ontem remete a casos anteriores nos quais foram indicadas fortes suspeitas de apadrinhamento de políticos – entre deputados estaduais e vereadores – a policiais de alto comando. Não é segredo no Rio a ligação de comandantes de batalhões com gabinetes da Assembleia Legislativa.
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