Coluna Esplanada

Arquivo : palácio do planalto

Palácio ‘esquece’ foto de Dilma na galeria de ex-presidentes
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Leandro Mazzini

Foto de Walmor Parente

Foto de Walmor Parente

Um detalhe que ratifica o clima político azedo além do partidarismo.

O Palácio do Planalto ainda não instalou a foto oficial de Dilma Rousseff na galeria de ex-presidentes, no salão do térreo. E não há notícias de que vá instalar, ou quando.

Atualização quarta, 12/10, 11h53 – O quadro com a foto oficial de Dilma foi afixado na parede na noite do dia 11/10.

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Temer, Aécio e Serra vão entrar em ‘D.R.’ por 2018
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Leandro Mazzini

A proximidade de Serra - e seu poder - com Michel Temer enciuma o PSDB

A proximidade de Serra – e seu poder – com Michel Temer enciuma o PSDB

A primeira missão do presidente Michel Temer na volta da China será apaziguar a base governista no Congresso. Tanto na Câmara quanto no Senado a chiadeira é geral: “A fotografia é de ausência de unidade. A tarefa do presidente é construir a unidade da sua base de apoio”, avisa o senador Álvaro Dias (PV-PR) – pré-candidato ao Planalto em 2018.

O alvo, porém, é o PSDB, inseguro sobre os planos políticos de Temer para a disputa presidencial vindoura.

Há um acordo velado – e não será confirmado por nenhuma das partes tão cedo – para o PMDB apoiar Aécio Neves (PSDB) ao Planalto e indicar o vice na chapa na campanha de 2018. Porém José Serra, por ora tucano, corre por fora e as informações no ninho de que ele pode se debandar para o PMDB e se lançar candidato geram euforia.

Há um fato a se levar em conta nestas conjunturas preliminares. Michel Temer está inelegível por oito anos, declarou o TRE de São Paulo, por ter recebido doações acima do permitido, segundo prestação de conta de uma campanha.

Há dias, Temer mandou recado geral para “quem quiser que saia da base”. Mas o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima, ameniza: “Com certeza essa carapuça não nos cabe”.

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Planalto cobra celeridade da APO na transição e dá prazo para diretores
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Leandro Mazzini

O Palácio do Planalto cobrou celeridade na transição na Autoridade Pública Olímpica (APO), na transmissão do cargo de Marcelo Pedroso para o ministro da Cultura, Marcelo Calero, que acumulará a função.

A indisponibilidade velada dos atuais diretores da cúpula da APO, porém, irrita os ministros palacianos. Eles são egressos do governo do PT de Lula da Silva e Dilma Rousseff.

O chefe da Casa Civil do Planalto, Eliseu Padilha, quem ordenou a transição, já avisou que, para evitar constrangimentos, os diretores e detentores de altos cargos devem colocar os mesmos à disposição do Planalto para a mudança – alguns cargos, aliás, serão extintos por contenção de despesas. Salários chegam a R$ 21 mil mais benefícios.

Alguns funcionários cedidos pela Caixa, segundo levantou a Casa Civil, correspondem a 30% dos custos da folha de pagamento. Todos voltarão às suas funções no banco, no plano inicial do Planalto. O Governo colocou data limite para a exoneração de 30 de agosto.

O Planalto já mapeou os cargos importantes que serão substituídos – são quatro diretores, entre eles um aposentado da Caixa e petista de carteirinha e uma policial federal e acumula o cargo de diretora-executiva

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PSDB descobre o projeto Temer-Meirelles-Serra e faz contra-ofensiva
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Leandro Mazzini

A cúpula do PSDB por ora preserva o presidente Michel Temer, para não dar tiro no escuro, então começou a ‘bater’ no ministro Henrique Meirelles, da Fazenda, porque descobriu um plano esboçado por palacianos temeristas.

No mapa do Poder, o atual presidente Temer (PMDB) vai à reeleição em 2018 com Meirelles (PSD) de vice – dois partidos fortes no Congresso Nacional.

No plano B, Temer sai de cena e o nome é o chanceler José Serra, que deve trocar o ninho tucano pelo PMDB. Com Meirelles também de vice.

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Protesto pela intervenção militar no Planalto cai no esquecimento
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Leandro Mazzini

Foto enviada por leitor

Foto enviada por leitor

Um pequeno grupo de manifestantes – não passaram de 40 – fechou parte da avenida em frente ao Palácio do Planalto no sábado, com cartazes que pediam a intervenção militar urgente.

A Polícia Militar acompanhou de perto, e não houve tumulto. A segurança presidencial assistiu de longe. Ninguém levou a sério. Já tratam manifestações do tipo como caso de saúde pública.

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Dilma, a ‘Cristal Bruto’ rampa abaixo
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Leandro Mazzini

cristal

Se ninguém demovê-la da ideia até a próxima quinta-feira, Dilma Rousseff vai dar trabalho demasiado à segurança presidencial no dia 12.

No apagar das luzes do Governo, Dilma – a Cristal, apelido usado pela segurança presidencial para identificá-la – retomou o perfil de ‘mandona’.

Não deu ouvidos aos auxiliares que queriam convencê-la a evitar descer a rampa do Palácio do Planalto na quinta, após ser notificada do processo de impeachment. Ríspida, avisou que quem quiser que a acompanhe na derradeira caminhada para o olho da rua – literalmente.

A equipe de segurança da Presidência não aguenta mais a chefe. Com seu ar arrogante, Dilma ganhou o velado apelido de Cristal Bruto.

Os agentes e oficiais militares estão menos tensos. Dizem entre portas que o futuro chefe, Michel Temer, é obediente aos roteiros e protocolos.

Dilma espera claque, daí sua decisão de descer à rua. Movimentos sociais bancados pelo Governo esperam reunir 4 mil mulheres para acompanhar o adeus – provavelmente definitivo – da companheira.

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Ministros palacianos limpam as gavetas e convocam apadrinhados
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Leandro Mazzini

Os ministros palacianos Edinho Silva (Secom), Ricardo Berzoini (Governo) e Jaques Wagner (Gabinete) preparam gavetas para saírem junto com a presidente Dilma Rousseff dia 11 de maio, data da previsão no Senado de acolhimento da denúncia contra a chefe da nação.

Discretamente, o trio – núcleo duro de Dilma – tem chamado seus principais apadrinhados nos ministérios para rascunhar a saída honrosa – e para debater o futuro de cada um.

Alguns funcionários do terceiro e segundo escalões também já são remanejados para estatais.

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Dilma proíbe Temer de pisar no Palácio
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Leandro Mazzini

Temer e Dilma ao pé do ouvido, nos bons tempos.

Temer e Dilma ao pé do ouvido, nos bons tempos.

Depois do declarado rompimento do PMDB com a presidente Dilma, o nome do vice-presidente, Michel Temer, foi riscado do Cerimonial do Palácio do Planalto.

Não chegam mais convites nem comunicados de eventos ao agora adversário do Governo.

Como é do protocolo, o vice – cujo gabinete é no Anexo do Planalto – só pisa no Palácio quando convidado para audiências ou cerimônias. Não é da tradição que um vice-presidente vá por conta própria. Na praxe, ele é visitado, não bate à porta de ninguém – a não ser do gabinete presidencial, quando convidado.

O Cerimonial do Planalto é diretamente ligado ao ministro do Gabinete, Jaques Wagner, que mês passado disse nutrir ‘grande apreço’ por Temer.

Já não era boa a relação de Dilma com Temer há meses – o vice lembrou isso a Lula em recente reunião. Em setembro do ano passado, Dilma não ligou para cumprimentá-lo pelo aniversário.

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ESTRESSE

Não há confirmação de que tenha saído da dieta vegana. A presidente Dilma voltou a engordar.


Planalto aposta em ausências e abstenções para salvar Dilma
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Leandro Mazzini

A aposta dos ministros palacianos não se atém à busca de 172 votos aliados dos 513 deputados – o suficiente para barrar o processo de impeachment no plenário.

O Governo investe na abstenção e ausências. É que há muitos casos de parlamentares que são aliados, querem votar por Dilma, mas temem pressão dos redutos eleitorais, com a população contra Dilma.

Os ministros os incentivam a não aparecerem. Isso ajuda Dilma.

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