Coluna Esplanada

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PT vai passar o chapéu entre militantes para as campanhas municipais
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Leandro Mazzini

Em tempos de crise forte na economia e com a nova lei de proibição da praxe decanada de doações por empresas – com os principais patrocinadores na cadeia da Lava Jato – o PT vai passar o chapéu para tentar levantar recursos para as eleições de outubro. É o que já fazem partidos como Rede e PSOL.

Repetirá a cantilena aos filiados: “Para enfrentar essa situação financeira adversa e alcançar sua independência, o PT conta com duas fortalezas: Seja Companheiro, Seja Companheira”.

Esse mote estará no comunicado que será enviado aos simpatizantes e militantes do partido nos próximos dias.

Todavia, os dirigentes do PT acreditam que, com a legenda em baixa popular, deve perder até 30% das prefeituras e de vereadores do País na eleição deste ano.

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Exército doa 20 caminhões reformados para o Paraguai
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Leandro Mazzini

Foto: itaipu.gov

Foto: itaipu.gov

O Exército Brasileiro doou 20 caminhões Mercedes modelo 1418 para o Paraguai, num acordo de cooperação militar. O Congresso Nacional – o de lá e o daqui – ainda não aprovou, como regra, mas os veículos atravessaram a fronteira pela estrada de Itaipu sem passar por alfândegas.

As Forças Armadas do Brasil mantêm uma ativa interlocução com Estados amigos. Houve outras doações de veículos e equipamentos. Foi assim com um navio fragata enviado para a Namíbia, e aviões Super Tucano para Moçambique.


Fundação do DF cobra regulamentação de lei que reduz pena por leitura
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Leandro Mazzini

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A Funap – Fundação de Apoio ao Trabalhador Preso, do Distrito Federal, lançou uma campanha por doação de livros literários para os detentos do complexo presidiário de Brasília.

De acordo com Paulo Fernando Melo, diretor-adjunto da Funap, apenas os Estados do Amazonas e Paraná atualmente têm leis estaduais regulamentadas para o caso. Melo também trabalha junto ao Governo do DF para trocar o nome da Funap para Fundação de Apoio à Pessoa, por considerar o nome atual discriminatória.

‘A pessoa aguarda sua liberdade, cumpriu sua pena, e precisa se realocar no mercado. Acho discriminatório o chamar de Trabalhador Preso’, diz Melo.

A lei federal 12433/11 ainda não regulamentada prevê que a cada livro lido – feita a resenha, corrigida e aprovada – o detento tem direito a reduzir sua pena em 4 dias. Há uma lei distrital 5386/14, da deputada distrital Liliane Roriz, que também não foi regulamentada.

Atualmente, a decisão sobre esse sistema para apenados fica a critério da Vara de Execução Penal, onde o juiz determina a missão a um professor, em casos específicos. Foi assim, por exemplo, com José Dirceu, o ex-ministro que cumpriu pena em regime fechado e semiaberto na Papuda.

Doação de livros: 

Entregar na sede da Funap – SIA Trecho 2, Lotes 1835/1845. Telefone – (61) 3233 8523

 


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