Coluna Esplanada

Arquivo : Lula

Levy, do PRTB: ‘Os grandes estão prostituídos, momento é dos pequenos’
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Leandro Mazzini

Presidente do pequeno PRTB, Levy Fidelix – candidato a presidente da República há três eleições- dá uma de profeta em meio ao caos:

“Os grandes partidos estão prostituídos. É a hora dos pequenos. Não sou Deus, mas vejo que terá impeachment e em outubro novas eleições para presidente”, projeta, sobre a conjuntura atual.


Manifestação pró-Dilma reúne 30 mil na Esplanada
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Leandro Mazzini

manif

Cerca de 30 mil manifestantes pró-Dilma Rousseff e contra o impeachment, segundo a PM de Brasília, ocupam o gramado de parte da Esplanada dos Ministérios na noite desta quinta (31).

Os grupos, provenientes de várias cidades e Estados, chegaram à capital em ônibus, e são ligados a movimentos sociais e sindicatos.

manif1

A concentração foi às 16h no entorno do Estádio Nacional, e dali marcharam para a Esplanada com palavras de ordem e repetindo a frase “Pode gemer, pode grita, a Dilma fica e o Lula vai voltar”.

Muitos deles vieram de longe, como o Paraná, integrantes do sindicato da Educação. Receberam R$ 300 para a viagem de dois dias.

Colaborou Walmor Parente


Lula apelou por ajuda de Sarney em Brasília
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Leandro Mazzini

Sarney - ele deixou o Poder, mas não a política, e manda muito ainda. Vê-se pela visita do ilustre

Sarney – ele deixou o Poder, mas não a política, e manda muito ainda. Vê-se pela visita do ilustre

Numa agenda não divulgada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou com o ex-presidente José Sarney, que ainda manda em parte do PMDB. Foi na casa do cacique no Lago Sul em Brasília, semana passada.

Em tempo, Sarney, desde que deixou o Poder – não a política – mantém uma sala num edifício empresarial no setor hoteleiro Norte, para despachar com amigos e visitantes variados.

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Ex-presidente da OAB-RJ, deputado do PT chama Ordem de golpista
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Leandro Mazzini

wadih

O deputado petista Wadih Damous (RJ), um dos expoentes da bancada na Câmara nos últimos meses, chamou a Ordem dos Advogados do Brasil de golpista pela decisão de protocolar novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na tarde desta segunda (28), em tumultuada visita.

Wadih foi presidente da Ordem seccional Rio de Janeiro por dois mandatos, e criou a conhecida Comissão da Verdade no âmbito da OAB no Estado.

“A OAB não pode tomar partido” – disse em coletiva. “Não reconheci conselheiros, não reconheci presidentes aqui hoje” – emendou, ao criticar a postura de dirigentes das seccionais que acompanharam o presidente do conselho federal, Cláudio Lamachia.

Wadih disse que cortou relações com a OAB a partir de hoje. Revela que se encontrou com Lamachia dias atrás, para tentar demovê-lo da ideia do protocolo, mas não foi ouvido. “Então não vou procurá-lo mais”, complementa o deputado, um dos maiores defensores de Dilma e do ex-presidente Lula na Câmara.

Nos grampos da Polícia Federal, Lula, aliás, mostra confiança no deputado petista, e em conversa com interlocutor diz que daria missão ao parlamentar para defender seu legado e o Governo.

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Ex-marqueteiro do PT Duda Mendonça apoia Moro e Lava Jato
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Leandro Mazzini

duda
O publicitário Duda Mendonça, que tocou as duas vitoriosas campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto, apoia o juiz federal Sérgio Moro as investigações da Lava Jato.

(Duda perdeu as campanhas de Dilma Rousseff para o marqueteiro e agora detento João Santana).

Duda nega que esteja dando consultoria a Dilma e Lula, segundo circula nas rodinhas do Poder.

Questionado pela Coluna, o baiano diz ser “uma loucura esse tipo de ilação”.

“Não faz o menor sentido. Tem muito tempo que não vejo o Lula e a Dilma. Sou a favor da Justiça, da Polícia Federal, pois eu quero o bem do Brasil”.

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Colaborou Osvaldo Lyra


Diretórios do PMDB racham sobre rompimento com o Governo
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Leandro Mazzini

Cinco ministros do PMDB na Esplanada se reuniram com o presidente do Senado, Renan Calheiros, na tarde da última quarta-feira, na tentativa de criar força-tarefa para convencer o presidente da legenda, Michel Temer, a adiar a decisão de desembarcar do Governo.

Temer adiou, mas sua viagem a Portugal, e ficou no Brasil para resolver o pepino.

A ala governista do partido tem uma conta que não bate com a que o vice-presidente da República espalha para endossar a debandada.

Temer se diz pressionado pela maioria dos diretórios. Mas até ontem à noite, 15 das 27 executivas estaduais – portanto, a maioria – não tinha fechado a saída com o vice, segundo um cacique consultado pela Coluna.

De qualquer forma, a indicação do desembarque do PMDB fluminense do Governo é a mais séria e latente mostra até aqui de que o partido vai deixar Dilma e Lula sozinhos.

O PMDB do Rio é o mais importante hoje no contexto nacional. É de lá o já opositor Eduardo Cunha, presidente da Câmara, o líder do PMDB, Leonardo Picciani, e os três caciques locais com ascendência nacional na executiva – o prefeito Eduardo Paes, o governador Luiz Fernando Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral.

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Dilma concentra apostas no plenário para se salvar
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Leandro Mazzini

Foto: camara.leg

Foto: camara.leg

Com a popularidade no chão, crise econômica, sem apoio dos empresários e o padrinho Luiz Inácio em baixa, a presidente Dilma Rousseff aposta nos seus dois generais palacianos. Jaques Wagner (Gabinete) e Ricardo Berzoini (Governo) têm a missão de segurar os 172 aliados no plenário da Câmara para derrubar o impeachment.

Independentemente da decisão na comissão especial, se a favor do impeachment ou pela rejeição, a aposta de Dilma está toda concentrada no plenário.

Ela acredita na absolvição. Conta com os aliados, ausências e abstenções para chegar aos necessários 172 votos no pleno.

Mas o humor popular vai ser crucial para a decisão dos deputados aliados, conta um experiente decano na Casa. Com voto aberto em plenário e a pressão dos eleitores, há grande risco de traição ao plano de Dilma.

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‘NÃO RENUNCIO’

Dilma mostra a alma de guerrilheira que nunca deixou de ser. E novamente está contra o sistema, para ironia do destino. Só cai abatida a tiros (no plenário), lembra um cacique.


Delação e gravações revelam autofagia no PT
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Leandro Mazzini

Jaques e Rui - eles se estranharam ao telefone sobre a situação de Lula

Jaques e Rui – eles se estranharam ao telefone sobre a situação de Lula

Congressistas da base e oposição ao Governo têm comentado a latente autofagia no Partido dos Trabalhadores com as revelações da delação do senador Delcídio do Amaral (Sem partido-MS) e dos grampos da PF nos telefones de Lula e Rui Falcão, presidente do partido.

Pelo visto, e ouvido, Lula não falava com José Eduardo Cardozo, que não conversava com Delcídio, que não confiava em Aloizio Mercadante, que nem conversa com o sucessor na Casa Civil Jaques Wagner, que não dá bola para Rui Falcão etc.

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Governo cogitou chamar Janine de volta ao MEC
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Leandro Mazzini

Foto: EBC

Foto: EBC

Após a encrenca em que se meteu o ministro Aloizio Mercadante, ao ter conversa gravada e divulgada pelo assessor do senador Delcídio do Amaral (Sem partido-MS), os ministros palacianos pensaram em sondar o ex-ministro Renato Janine Ribeiro para voltar à Educação.

Três motivos os fizeram recuar. A presidente Dilma deu aval para Mercadante continuar no Governo; o ministro foi ofuscado – para sua sorte – por encrenca maior, a entrada sub judice de Lula como ministro; e porque emissários na USP enviaram alertas de que o professor Janine recusaria novo mico.

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PMDB, PRB e PP aproveitam crise e colocam faca no pescoço de Dilma
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Leandro Mazzini

Os ministros palacianos – em especial Jaques Wagner (Gabinete) e Ricardo Berzoini (Governo) – estão surpresos com a posição ‘independente’ ou de oposição de deputados que eram aliados.

Coube à dupla palaciana nos últimos meses liberar emendas e cargos nos Estados para apadrinhados dos partidos da base.

Agora, com a crise crescente no Governo, as bancadas e direções do PMDB, PP e PRB põem a faca no pescoço de Dilma, cientes de que serão chamados pelo ministro Lula para resolver pendências. Assim, podem (ou não) mudar os votos contra Dilma na comissão do impeachment. Tudo vai depender das próximas reuniões.