Partidos novatos: Solidariedade elege 61 prefeitos, e Rede, 5
Leandro Mazzini
Dos novos partidos, o Solidariedade avançou bem, com 61 prefeitos eleitos.
A Rede decepcionou, por ora, com 5 alcaides eleitos – mas disputará 2º turno em três municípios.
Leandro Mazzini
Dos novos partidos, o Solidariedade avançou bem, com 61 prefeitos eleitos.
A Rede decepcionou, por ora, com 5 alcaides eleitos – mas disputará 2º turno em três municípios.
Leandro Mazzini
O deputado federal afastado Eduardo Cunha foi abandonado.
Deputados dos ‘aliados’ PP, PTB e Solidariedade avisaram que estarão na sessão do julgamento do dia 12, na próxima segunda-feira. Não avisaram se votam a favor ou contra a cassação – mas suas presenças vão de encontro ao plano de Cunha de ver um plenário esvaziado.
As segundas-feiras, por tradição, são vazias no Congresso Nacional. Mas esta pelo visto não será.
(Esta nota foi publicada nos jornais da rede Esplanada na manhã desta quinta e reproduzida no blog).
Leandro Mazzini
O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, fundador do Partido Solidariedade, conseguiu arrancar do presidente Michel Temer a garantia da recriação do Ministério do Desenvolvimento Agrário – hoje com status de secretaria.
Mas não haverá só reforma agrária – obviamente, o compromisso fechado.
Paulinho quer enterrar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que muitos anos foi bancado pelos Governos do PT. Agora, Paulinho vai criar o braço no campo da Força Sindical, a Força Rural, para se contrapor ao MST, e com verba de fazer boi correr feliz no pasto.
O ministro do MDA, que também controlará o Incra, responsável pelos assentamentos, será o deputado Zé Silva (SD-MG).
Em 2015, Dilma não assinou desapropriações, o que irritou o MST em acampamentos espalhados pelo Brasil. Zé Silva vai tocar a reforma agrária e tem aval no orçamento para assinar dezenas de assentamentos – mas o MST terá de recadastrar todos, que passarão por investigação.
Leandro Mazzini
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), fundador, presidente e dono do Partido Solidariedade, vai tirar do deputado federal Vladmir Costa o comando da legenda no Pará.
Paulinho está possesso com o parlamentar, que mudou o voto na comissão especial, e votou pela cassação do aliado Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara.
Leandro Mazzini
Voz mais aguerrida contra a presidente afastada Dilma Rousseff e o PT na Câmara, um dos artífices do impeachment, o deputado Paulinho da Força (SP) dançou no primeiro escalão do Governo Temer.
Ontem Paulinho visitou o presidente para tentar algo mais. Por ora, o Solidariedade, partido que fundou e com boa bancada na Câmara, fica com o Ministério do Desenvolvimento Agrário – mas será secretaria subordinada à pasta da Agricultura controlada pelo PP e o ministro Blairo Maggi.
Leandro Mazzini
O Ministério do Trabalho é disputado pelo PTB de Roberto Jefferson e pelo Solidariedade do deputado Paulinho da Força Sindical, ambos presidentes das legendas.
No cerne dessa disputa, as bancadas dos dois partidos na Câmara. Pelo PTB, Jovair Arantes, relator do processo de impeachment da presidente Dilma, já entregou nomes para o staff do futuro presidente Michel Temer.
Pelo Solidariedade, disputa o deputado Laércio Oliveira (SE), um dos vice-presidentes da Confederação Nacional do Comércio, nome bem recebido por sindicatos patronais e acolhido por centrais sindicais.
Ao Solidariedade foi oferecido como opção o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Paulinho avalia.
Leandro Mazzini
O Partido Solidariedade vai comandar o Ministério do Trabalho no eventual Governo de Michel Temer. Um dos cotados para ministro é o deputado Laércio Oliveira (SD-SE), vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio, e que votou a favor do impeachment da presidente Dilma.
Laércio é dos mais ‘mineiros’ deputados da Casa. Trabalhou quieto nos últimos meses e foi eleito ontem presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara.
Fundado e presidido pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força Sindical, o Solidariedade tem na sua base a central sindical considerada a segunda maior do País, rival da Central Única dos Trabalhadores (CUT), um dos berços do Partido dos Trabalhadores.
Leandro Mazzini
Foi o deputado Paulinho da Força (SP), presidente do Partido Solidariedade, quem bancou os atores que se vestiram de mosquito Aedes Aegypti para atazanar o ministro da Saúde, Marcelo Castro, que se licenciou do cargo para votar na escolha do líder do PMDB na Câmara.
Cada um dos seis atores ganhou R$ 150,00 para a performance de algumas horas. Chamaram a atenção, mas ‘picaram’ só o bolso do Solidariedade.
Leandro Mazzini
Conselheiro e defensor de Eduardo Cunha, Paulinho da Força (SD-SP) taxou de “guerra” a devassa que a Polícia Federal fez nas casas e escritórios do aliado, e apontou o motivador: “Esse Governo vai fazer de tudo para derrubar o impeachment”.
Mesmo distante do presidente da Câmara, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) levantou a bandeira do “fica” do colega: “Se ele sai, Dilma abre um vinho Bordeaux. Melhor que ele fique e enfrente esse estado policial”.
O PGR Rodrigo Janot pediu que o STF determina a saída de Cunha do cargo.
Com Walmor Parente
Leandro Mazzini
Atualizada quinta, 24, 14h40 – A oferta aceita pela bancada do PMDB na Câmara para assumir dois ministérios, com articulação velada do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), irritou a oposição que estava alinhada com ele nos pedidos de impeachment da presidente Dilma.
Opositor declarado do Governo, Cunha foi cobrado a sós por Paulinho da Força (Solidariedade) e o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), nesta quarta-feira. Eles são os entusiastas do impeachment.
No mais, a manutenção dos vetos presidenciais na sessão de terça-feira, um dos pontos do acordo com o PMDB, mostrou que o partido se engajou na defesa de Dilma e não há contingente com votos para o processo de impedimento.