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Legado dos Jogos será o investimento nos atletas, diz secretário do Rio
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Leandro Mazzini

 

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O legado dos Jogos Olímpicos de 2016 para o Rio de Janeiro, em especial, será o investimento no alto rendimento dos atletas e talentos revelados. A constatação é do secretário de Esporte, Lazer e Juventude do Governo do Rio, Marco Antônio Cabral, em entrevista à Esplanada Webtv.

“E por outro lado o Rio conta com arenas conta com arenas que não deixam a desejar a nenhuma parte do mundo”, complementa.

O secretário ressalta o investimento direto da pasta em atletas, e também através do programa Talentos RJ, via empresas apoiadoras, com inclusão social pelo esporte nas comunidades carentes.

Com resultados: medalhas na Olimpíada. Marco Antônio cita os ouros das velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, e da judoca Rafaela Silva, apoiadas pela secretaria.

Marco Antônio é deputado federal licenciado, e no segundo bloco detalha atuação em Brasília como parlamentar.

O e-webtv é o programa de entrevistas da Coluna Esplanada para plataformas digitais e mobile media, distribuído para sites parceiros e também por whatsapp.

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Empresários de bingos e cassinos buscam investidores nos EUA
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Leandro Mazzini

Na ‘reta final’ para os projetos de lei no Congresso pela legalização dos jogos, as apostas aumentaram, dos prós e contra.

Empresários ex-proprietários de bingos, estudiosos do setor e consultores que defendem a legalização dos jogos visitam Las Vegas há cinco dias numa excursão para trocas experiências com americanos.

No contra-ataque, em Brasília a Procuradoria-Geral da República receberá o seminário ‘Legalizar a Jogatina é solução para o Brasil?’, promovido por instituições contrárias à legalização. Vão debater sobre os efeitos na segurança e saúde públicas – em especial os casos dos ludopatas, os viciados em jogos.

A legislação esboçada para a legalização no Brasil é similar à dos Estados Unidos, com ampla fiscalização dos órgãos federais.

A certeza da legalização é tanta que já existem negociações entre donos de cassinos dos EUA, Espanha e China com grandes redes hoteleiras que operam no Brasil.

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Governo decide troca na APO: sai Pedroso, e Calero fará balanço
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Leandro Mazzini

Foto extraída do Youtube

Calero, hoje no MinC – Foto extraída do Youtube

O chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, bateu o martelo hoje no Rio de Janeiro antes da coletiva em que participou com o prefeito Eduardo Paes sobre o balanço dos Jogos Olímpicos. O Governo vai substituir o presidente da Autoridade Pública Olímpica, órgão federal criado para acompanhar as obras federais e matriz de responsabilidades.

Sai do cargo Marcelo Pedroso, ligado ao PT de São Paulo e apadrinhado por Marta Suplicy. Ele deve trabalhar na campanha de Marta à prefeitura. Entra Marcelo Calero, hoje ministro da Cultura – conforme noticiado no Diário Oficial da União semana passada, com nome indicado para sabatina no Senado. Calero vai acumular o cargo de ministro e de presidente da APO, que se tornará uma empresa sob o guarda-chuva do MinC.

Será Calero quem vai fazer o balanço dos Jogos no final de setembro, após o encerramento da Paralimpíada, já decidiu Padilha.

Para evitar constrangimentos políticos e na APO, a Casa Civil vai orientar os atuais ocupantes de altos cargos e diretorias no órgão a colocar os cargos à disposição do Planalto. A troca será geral dentro de algumas semanas. A palavra ‘desmobilização’, o que já se diz nos bastidores, está proibida.

 


Temer promove mudanças na APO às vésperas dos Jogos
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Leandro Mazzini

temer

O presidente em exercício Michel Temer começou a mexer na estrutura da Autoridade Pública Olímpica (APO) a uma semana da abertura da Olimpíada no Rio. A APO é o órgão federal, com sede no Rio de Janeiro, responsável pela matriz de responsabilidades e por monitorar as obras e prestações de contas até 2018.

Até o dia 5 de agosto, muitos nomes devem aparecer no Diário Oficial da União. Por ora o presidente Marcelo Pedroso fica.

As demissões causam revolta nos funcionários, e na última reunião o Conselho Público Olímpico (CPO) antecipou que 90% dos funcionários da APO serão exonerados até o dia 30 de setembro.

Temer exonerou na segunda-feira a chefe do escritório da APO em Brasília, Rosana Braga, petista de carteirinha e esposa do ex-secretário executivo da Secretaria de Comunicação, Olavo Noleto. O substituto é Pablo Rezende, ligado ao ex-governador de Goiás Íris Rezende (PMDB).

Na semana passada,Temer mandou demitir o assessor especial da área de serviços, José Mauro Gnaspini, também petista, e nomeou no lugar na sede da APO no Rio Francisco Brito.

O presidente mira agora na diretoria de serviços da APO, responsável pela parte de cultura e na diretoria Copacabana Barra, cujo diretor é funcionário aposentado da Caixa.

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Medalha de lata no Rio: segurança barrou meliantes que poderiam ser presos
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Leandro Mazzini

Falta inteligência à força-tarefa das autoridades policiais envolvidas na segurança dos Jogos Olímpicos, ou é má vontade mesmo – talvez ambas.

O comitê recusou credenciais a mais de 60 pessoas com mandados de prisão em aberto.

Num mínimo de esforço, a turma do coldre prepararia uma armadilha para encarcerar os meliantes: informava um local, dia e hora para retirada do passe e enquadrava de uma vez só os foragidos.

Mas eles devem ter amigos poderosos, e ficou por isso mesmo.

Por essa falta de iniciativa, e de outras das polícias Brasil afora – além da falta de pessoal e sucateamento dos órgãos – só o Estado do Rio de Janeiro tem hoje 43.242 foragidos da Justiça.

Apenas São Paulo tem 156.054 com mandados de prisão. Os dados são do Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ. No País inteiro são mais de 400 mil.

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Auditores da Receita ameaçam cruzar os braços por reajuste
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Leandro Mazzini

Depois das ameaças da Força Nacional e da Polícia Federal, são categorias da Receita Federal quem usam os Jogos para pressionar o Governo por suas demandas.

Os auditores fiscais cobram da equipe econômica celeridade no projeto que reajusta o salário, e ameaçam cruzar os braços na semana que antecede a abertura do evento.

O aumento dos servidores foi negociado e garantido em março pela então presidente Dilma Rousseff. Esperançosos, eles evitaram os protestos pró-impeachment.

A categoria se diz “traída” pelo presidente Michel Temer por ser excluída dos projetos de recomposição salarial de servidores aprovados no Congresso.

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Delegados e policiais federais ameaçam paralisar atividades no Rio
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Leandro Mazzini

Foto extraída do sidneyrezende.com

Foto extraída do sidneyrezende.com

A batata das autoridades locais e nacionais está assando no calor do Rio de Janeiro.

Não bastassem os soldados da Força Nacional reclamarem das condições de alojamento, os delegados federais aprovaram indicativo de greve para os Jogos, e devem ganhar apoio dos policiais.

Haverá paralisação durante um dia com manifestações nas ruas da capital.

A partir de 1º de agosto, a quatro dias da abertura da Olimpíada, os delegados querem entregar chefias e declarar greve por tempo indeterminado.

Cobram concurso para 500 delegados e plano de carreira. O Planalto agiu rápido e anunciou mais 10 delegados para o grupo de Curitiba na quinta-feira passada, uma das demandas da categoria.

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Governo quer Caixa no controle dos jogos, mas setor critica concentração
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Leandro Mazzini

Ministros próximos do presidente Michel Temer defendem o controle dos jogos para a Caixa Loterias.

O departamento do banco estatal seria turbinado. Caberia a ele conceder as concessões para bingos, cassinos, Jogo do Bicho. E também fiscalizaria – evitando assim a criação de uma agência reguladora para o setor, o que daria economia para o Governo.

Para fiscalização, a ideia é a Caixa atuar em parceria com a Receita Federa, COAF, e uma força-tarefa especial que seria criada na Polícia Federal e Ministério Público Federal.

Já os representantes do setor de jogos que atuam em Brasília desde o início do debate no Congresso defendem uma agência reguladora e criticam a eventual concentração do controle dos jogos no Governo federal.

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MP e PF querem fundo contra a corrupção pela arrecadação dos jogos
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Leandro Mazzini

As apostas estão altas no projeto da legalização dos jogos, prestes a ser votado no plenário do Senado.

Há pressão dos órgãos fiscalizadores. O relator, senador Fernando Bezerra (PSB-PE), pediu adiamento da votação.

Na segunda-feira e ontem o senador recebeu procuradores e delegados federais, respectivamente. O grupo propôs a criação de um fundo de arrecadação sobre os jogos para combate à corrupção e lavagem de dinheiro.

A ideia foi bem-vinda no Congresso e no setor, que pretende derrubar a tese de que cassinos e bingos são ligados à máfia.

Por seu lado, os empresários do Jogo torcem para o projeto do Senado avançar e ser apensado às 14 propostas que tramitam na Câmara (onde ainda há debate nas comissões). Isso dará celeridade para sanção ainda este ano.

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Ministério do Esporte muda a sede para o Rio
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Leandro Mazzini

A partir de semana que vem o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, passa a despachar temporariamente do escritório da pasta na Zona Sul do Rio, até o fim dos Jogos Olímpicos.

O ministro deu entrevista a Jô Soares, que será exibida nesta segunda à noite.

O papo abordou temas diversos, do PMDB aos Jogos Olímpicos, passando pelo caso Eduardo Cunha.

A CBF ganhou capítulo à parte. O ministério pode criar mecanismos para fiscalizar a entidade máxima do futebol.

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